VRITOLADA http://www.facebook.com/pages/VITROLADA/248646218522229

TODA TERÇA NO TORTO

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Um dia sem Globo!!! Boicote continua....

http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAEA6y9je89sWAoPvUNT7aW-EC9Q_QIjWZmQjTNmy49rZi9Do1XyCveeFUKYE4jc-qHDaJ7CK_zympuejle1dQi4Am1T1UMld8EWzrr_nof0Nd61swylDR0VE.jpg

Os internautas continuam com o boicote contra a Globo (no twitter, facebook, orkut, youtube e vários outros blogs) e existe até mesmo uma enquete:


De que lado você está na "guerra" entre Globo e o técnico Dunga?

do lado da Globo
Sorte é o que acontece quando a capacidade encontra a oportunidade" (Gal. Douglas Mac Arthur)
 
    A ministra-chefe da Casa Civil vem prestando muitos e relevantes serviços à Pátria, desde sempre, ao contrário dos prepotentes, arrogantes e auto-proclamados "machos" da (falta de ?) qualidade de Artur Virgílio, Garibaldi Alves, José Agripino "Prof. Gavião"  Maia, Álvaro Dias (estes dois "muy, pero muy" machos, como relatam seus coestaduanos...), Heráclito Fortes, Mário Couto, Mão Santa et alii...
    Mulher - logo frágil e destinada às lides domésticas, de acordo com os preconceitos dos supracitados e outros assemelhados -, jovem, foi capaz de encarar de frente os sofrimentos, a prisão, o exílio, por idealismo e solidariedade, coragem que aqueles  valentões, incluindo o garnizé da Bahia (malvadezinha jr.), nunca tiveram, salvo quando cercados de capangas e repressores oficiais, soldados, PMs e espancadores da polícia civíl.  
    Desta vez, Dilma Roussef vem dar à população brasileira mais uma aula de clareza, competência, de caráter e de dignidade, bate na cara dos calhordas e expulsa "do templo" os fariseus, hipócritas e mentirosos que assolam o Congresso.
   A digna ministra deixa bem claro que os que efetivamente lutaram contra o regime militar de exceção,  regime de torturadores e opressores da gente brasileira, não são iguais aos ratos, como José Agripino Maia, Garibaldi Alves, José Sarney, Heráclito e muitos outros, que agora querem se fazer de partícipes do desmonte daquele opróbrio, daquela ssordidez. Filhotes da ditadura, sim. Foram abandonando os cúmplices por oportunismo, por cálculo político, por falta de vergonha, que sabiam muito bem que a casa estava caindo e que o barco onde haviam embarcado deliciados ia para o fundo. Vêm, há muito, batendo no peito e dizendo que "ajudaram" à transição.
    É mentira. O que fizeram foi reposicionarem-se, sem abdicar de sua práticas e vantagens, cargos e prebendas, farsas, mentiras, truculência, assalto ao erário.
    Caem as máscaras,  já nem têm como negar.
    É o primeiro resultado da "aula magna" da ministra Dilma.
    Há, outro, tão importante quanto.
    É a demonstração de que a coragem e a esperança, afinal, determinam nosso futuro, que quando mais negra parece a madrugada, mais próxima está a luz do dia que renascerá.
    Eis o mote para as forças que se opõem à farsa e ao descalabro, a farsa e o descalabro que se apossaram da prefeitura de Santos e que querem nos fazer crer que são imbatíveis, que "já ganharam".
    Não é assim.
    Se tivermos a coragem de desmascará-las e enfrentá-las e ao que está por trás delas e de suas realizações, e se tivermos a coragem de olhar à frente, de não nos desesperarmos quando pareça que a luta é muito difícil, se não cairmos na tentação de acreditar que a luta já está perdida antes de sequer começar, se formos capazes de arregimentar todas as nossas forças, pedindo ou exigindo, se necessário, como a ministra enfrentaremos o presente e ganharemos o futuro.
    Pensem: diziam que D. Dilma era desconhecida, que não seria páreo para candidatos como Serra ou o governador de Minas, mas as pesquisas já começam a demonstrar que essa idéia é falsa, há números superando os 10%, espontâneos. São duas forças telúricas o prestígio de Lula e a garra da ministra, são como terremotos, não há como se opôr.
     Em Santos também seremos assim.
    Mais que nunca, portanto, é hora de Fausto Figueira colocar sua candidatura à Câmara Municipal e engrossar nossas forças.
 
Albano Fonseca.
Ou vai...ou vai
 
 
O Noblat, n'O Globo, tanto insiste que parece que  ele é quem quer o terceiro mandato para o Lula. A Lúcia Hippólito, na CBN, não aprova nem quer, é claro, mas já diz que a hipótese do terceiro mandato não tem nada de anormal ou de ilegal, desde que sejam feitos os devidos ajustes constitucionais. A Mírian Leitão, cansada de errar  "previsões"  vai, aos poucos, mudando o cantochão, ja vê luz onde antes só via desastre. O país  muda, mesmo os mais renitentes se rendem às evidências. O prestígio do presidente  apoia-se em fatos concretos e resultados, não dá para negar.
 Há seriedade de propósitos, há combate ao erro e à desonestidade, se reconhece que nem tudo pode ser obtido  de imediato. Há uma indicação clara em direção ao crescimento. Enfim, presidente do Brasil, eleito e reeleito pelo voto do povo, é o grande eleitor de nossa época, como reconhecem adversários, inimigos e mesmo alguns desclassificados que se dizem "de oposição". 
Há os que desqualificam esses sucessos, dizem que "a conjuntura internacional é favorável" e que Lula tem "sorte". Não é verdade, farei minhas as palavras de um importante líder militar insuspeito, o Gal. Douglas Mac Arthur (ídolo de muitos, comandante da guerra no Pacífico, vice-rei  e quase ditador do Japão, devidamente enquadrado pelo civil Truman):
"Sorte é o que acontece quando a capacidade encontra a  oportunidade".
Se a oportunidade (a conjuntura) é favorável,  a "sorte" do Brasil avaliza a capacidade de Lula.
Diz-se que elegerá o  sucessor e poderia suceder a si mesmo, outra vez, se o desejasse. Candidatos, de partidos da base governista à oposição, em todos os quadrantes da Nação, se movimentam em busca de seu apôio explícito ou, ao menos, velado. Querem "ser vistos com o "homem", querem uma foto, uma declaração. Sabem o peso que isso tem.
O partido do presidente Lula, com muito orgulho e  razão, é o PT.
E em Santos?
Santos, cuja história se confunde com a própria história da pátria, à beira de um reponte econômico de fantásticas possibilidades, é emblemática, é importante demais para continuar entregue  às mãos rapinantes desse conservadorismo retrógrado, travestido de empreendedorismo, desse desenvolvimentismo de fachada e especulação. Santos é importante e grande demais para continuar nas mãos da breguice cultural, que saqueia e drena seus recursos mais nobres para a mediocridade provinciana do populismo de espetáculos promocionais e rasteiros.
Bem... em Santos, até recentemente, se dizia que o prefeito peemedebista "está" reeleito, que não haveria nem mesmo segundo turno, que a oposição está em extinção, que o PT não reelegerá sequer os três vereadores que tem. Que, se muito, fará dois vereadores. Talvez um deles com o jeito Pestana de ser, acabará se compondo com a situação.
Bem... alto lá!
Não é nada disso.
 
O PT é o partido do presidente LULA! 
 
O PT tem uma brilhante e aguerrida candidata a prefeita, deputada estadual Maria Lúcia Prandi, eleita com mais de 55 mil votos. Pelo PT.
Tem uma coordenadora geral, a nunca bastante exaltada ex-prefeita, ex-deputada federal e primeira suplente Thelma de Sousa, detentora de um acervo de confiança e de apreço populares expressos em quase 90 mil votos na última eleição à Câmara Federal, que com despreendimento, amor à causa pública e valentia  se apresenta como candidata e carro-chefe da legenda à Câmara Municipal.
Tem uma lista de pré-candidatos à Câmara que honram a história da região e suas biografias.
Tem um passado de coragem e um presente brilhante, ajudando a forjar a transformação de um país de conceito menor à  uma das líderanças mundiais, sem nunca haver tido uma colônia, sem invadir países vizinhos ou longínquos para se apossar das riquezas naturais alheias ou para impor um modo particular de economia e de valores morais.
A proeminência brasileira é baseada na solidariedade, na liberdade, na justiça e no trabalho, capacidade nacional que muito se negou em épocas mais negras, que o presente só reafirma.
O presidente da República, que sabe muito bem dessas coisas, virá ajudar. Sabe que Santos vale todo o esforço que se faça, não quer Santos como ovelha desgarrada da nacionalidade, ilha da fantasia onde imperem o atraso e a vulgaridade. Lula também se somará à campanha.
Então, as condições estão dadas.
Mas não nos enganemos, com toda essa capacidade de fogo, com toda essa gente brilhante, com todos os reforços que possamos ter, não será fácil. Nada é fácil.
A linha de frente do atraso, com medo de perder uma vitória que se lhe parecia tranqüíla e fácil, já se reforça, já busca composições, já prepara a campanha sórdida que sempre lhe foi a marca. Fará de tudo.
Portanto, é mais que dever, é obrigação, que nos juntemos, que nos fortaleçamos, que arregimentemos todos os reforço a que possamos lançar mão. Então, nos lembramos de uma das maiores reservas eleitorais e morais do partido, o ex-deputado estadual e primeiro suplente á Assembléia Legislativa, Dr. Fausto Figueira. Um homem honrado e que honra seus mandatos e representa com dignidade seus eleitores. Um político detentor de um cabedal de apreço e votos do eleitor santista QUE FARÁ, certamente, A DIFERENÇA. Um homem que sabe que a tradução no idioma brasileiro das palavras do general Mac Arthur sobre  a "sorte", são  versos de Vandré. Fausto sabe,  assim como Luiz Inácio soube, que "quem sabe faz a hora, não espera acontecer" e ajudará a fazer. Precisamos de Fausto candidato a vereador nesta empresa que se aproxima, empresa temerária e gigantesca, mas que "só aos fracos abate". Alguém poderia dizer que tal candidatura seria um capitis diminutio da condição de suplente a uma casa mais alta, prestes a ser chamado para assumir o mandato até o fim da Legislatura. Não é assim, a entrega do Dr. Fausto à campanha do PT será um ato de abnegação e de despreendimento, de sabedoria política e de interação à luta maior que se desenrola por todos os lados da terra brasilis entre o bem e o mal. O Dr. Fausto Figueira não apenas ganhará uma vaga ao Legislativo municipal como, certamente, reforçará o índice  para a obtenção de outras. E, garantidas as vagas, assumirá em paz seu lugar na Assembléia ao início do período legislativo. Seus eleitores de 2006, mais o respeitarão e o compreenderão, evidenciado seu espírito de solidariedade, coesão e coerência política. Seus eleitores, ideológicos que são, entenderão que o fim é muito mais importante que os meios. 
E, ao final de todo o processo, espero poder dizer a respeito do Dr. Fausto Figueira, como o digo a respeito de Lula, parafraseando Winston Churchill em um dos vibrantes e relembrados discursos com que inflamou a seu povo para continuar a luta, quando tudo parecia perdido:   
"Se o Brasil e Santos existirem por  mil anos mais, as pessoas ainda dirão: foi o seu momento mais nobre!"
 
Albano Fonseca.
 
   REDE DA LEGALIDADE

"Estamos de volta"

Nos últimos meses do primeiro semestre de 2006, preocupados com a violência contra o presidente Lula e os descaminhos da desinformação virulenta, desenvolvidos e repercutidos pela autoproclamada “grande imprensa”, o Vasco Nunes, o Wagner Parra e eu resolvemos fazer alguma coisa, ainda que pequena, o que resultou na criação deste blog. Penso que, de alguma forma, colaboramos com centenas, milhares, de outras pessoas para deter o criminoso intento de desastabilizar e inviabilizar a reeleição. A medida do acerto e do mérito de nossos posicionamentos e de nossos esforços são os resultados sócio-econômicos e os índices de satisfação atuais dos brasileiros. No seu tempo, foi a somatória dos grãos de areia figurados que depositamos cada um dos que nos alistamos no exército da legalidade constitucional e da esperança, que erigiu a barreira à sordidez e à virulência da oposição desmascarada, desesperada e raivosa. Concluídas as eleições, acreditávamos ter concluído nosso trabalho, mas relutamos em simplesmente fechar o veículo. E o mantivemos, ainda que inativo, na rede, imaginando que o voltaríamos a utilizar, mais adiante, se necessário. Houve momentos, durante o ano de 2007, em que estivemos tentados a tirar nossa espingardinha de chumbo da parede, à vista do inconformismo e da desonestidade moral da direita exacerbada, da ignorância bem ou mal-intencionada de  parte da classe-média e do comportamento já demasiadamente consabido e esperado dos “meios de comunicação” burgueses, das vivandeiras e viuvas e dos eternos baba-ovos das fardas. Os fatos recorrentes do dia-a-dia, entretanto, nos levaram a deixar a idéia de lado, não por desalento ou conformismo, mas porquê o governo se mostrou mais do que suficiente e eficiente para se defender e para ir em frente, contra-arrestando as forças do atraso e do preconceito. Não necessitava, portanto, de nossa modesta colaboração emergencial. Agora, o governo já anda com suas próprias e fortes pernas. Os acertos estão à vista de todos, a cada dia os atos e fatos vão demonstrando que há um caminho, um objetivo, uma liderança com apôio da maioria dos cidadãos de todas as classes, esclarecidos sim – independente de escolaridade e fortuna material - e que não se deixam levar pelas lérias e desejos-previsões catastrofistas. Há erros e desacertos, naturais no processo de criação e invenção, de tentativas ousadas e criativas de conduzir o país por senda nunca antes tentada e de objetivos ambiciosos. E há, acima de tudo, uma vontade forte, sólida, de alcançar a prosperidade e o desenvolvimento pacíficos, solidários e fraternos para todos, não para castas e minorias privilegiadas. Este blog não mais defenderá o Governo Lula... não é preciso. Mas estamos voltando, para algumas coisinhas mais amenas... e outras nem tanto. Esperem, portanto... mas só mais um pouquinho... dias... horas... Novas eleições aproximam-se. A turma do retrocesso assanha-se, de novo, e É NOSSA OBRIGAÇÃO estar atentos, fazer frente, lutar para evitar o que “Mal” prevaleça. Somos messiânicos, ESTAMOS do lado certo, não cabe a menor dúvida.

“Às trincheiras”, de novo.

Aí vamos nós, então.

No transcorrer dos próximos dias explicitaremos nossa visão da situação, nosso projeto, nossa linha de ação e tudo mais que nos ocorra para fazer deste instrumento, ao menos, algo divertido e aproveitável.

Até, lá, então.

Albano Fonseca (Membro do corpo editorial, colaborador, encarregado de serviços gerais e da faxina da latrina)

A REDE DA LEGALIDADE ESTÁ VOLTANDO

 

Há dois tipos de juízes:
"os que pensam que são deuses
e os que têm certeza disso".
Juarez Pereira do TJ/SP

Texto abaixo enviado pelo blogodita boss Vasco Nunes

Para cada dia de trabalho, Judiciário descansa outro

 
por Aline Pinheiro

 
Quando o Poder Judiciário se une para gritar contra a sobrecarga de trabalho, a estrutura precária e a falta de braços, motivos usados para justificar os mais de 60 milhões de processos parados nos tribunais, se esquece de um pequeno detalhe: a quantidade de dias em que a Justiça simplesmente não funciona. Subtraídos finais de semana, feriados, férias, recessos e outras folgas, sobram apenas seis meses por ano para o Judiciário trabalhar. Dito em outras palavras: para cada dia de trabalho, os membros do judiciário tem um dia de folga.
A constatação é mais alarmante quando se pensa que a Justiça é um direito de todos e que, ao contrário do ditado, tardar significa, muitas vezes, falhar. Para se ter certeza disso, basta perguntar para João Gomes de Oliveira, que esperou 30 anos para ser julgado pela tentativa de homicídio de Adyr Vieira. O crime ocorreu em 1976. O julgamento, em agosto deste ano da graça de 2006.
Questione também o delegado aposentado Ronaldo Antônio Osmar, que esperou 19 anos para ser absolvido da acusação de mandar matar o missionário espanhol Vicente Cañas. O crime ocorreu em 1987. A absolvição, na semana passada.
Durante cerca de 180 dias, o Judiciário em todo o país funciona em esquema de plantão. Apenas medidas urgentes, como Habeas Corpus e Mandados de Prisão, são despachadas. De resto, não há sessão, não há julgamento, não há prazos. Em uma escala coletiva, sem se ater ao direito individual do cidadão (réu e vítima) de ver sua causa julgada em tempo hábil, não é exagero dizer que a lentidão da Justiça prejudica a economia do país.
O Supremo Tribunal Federal, por exemplo, tem em suas mãos processo que pede a regulamentação do direito de greve dos servidores públicos. O Mandado de Injunção, que vem justamente para suprir essa deficiência do Legislativo, está suspenso por um pedido de vista do ministro Ricardo Lewandowski desde junho deste ano. Se o direito de greve do servidor já tivesse sido devidamente regulamentado, o país poderia ter sido poupado do caos no tráfego áereo, causado pela greve branca dos controladores de vôo.
Os descansos previstos e imprevistos também têm impedido que o Supremo decida se as sociedades de profissionais liberais, como os escritórios de advocacia, têm de pagar Cofins. Desde 9 de outubro, o voto-vista do ministro Eros Grau está pronto, mas ele ainda não pôde apresentar no julgamento pela 2ª Turma do STF.
Um para um
Fora os 11 feriados que qualquer brasileiro tem, a Lei da Justiça Federal, de número 5.010/66, ainda prevê 20 dias de recesso no final do ano e mais sete feriados exclusivos. Existe até um feriado de 1º de novembro que ninguém sabe dizer a que santo ou a que herói da pátria presta homenagem. Mas neste dia o Judiciário não funciona (nesta quarta-feira funciona, mas o dia-santo sem dono foi usado como pretexto para o não-expediente da sexta-feira).
Outros dois feriados exclusivos do Judiciário pelo menos têm explicação: não se trabalha no dia 11 de agosto por ser o dia comemorativo da criação dos cursos jurídicos no país, ou por ser o Dia do Advogado; e não se trabalha no dia 8 de dezembro por ser o dia dedicado à Justiça, conforme previsto no Decreto-Lei 8.292 desde 1945.
A Lei Orgânica da Magistratura estabelece que os juízes têm direito a 60 dias de férias por ano (30 a mais do que prevê a CLT). Nessa conta, não entram os oito dias de folga quando o juiz casa ou quando morre alguém da sua família. Tampouco os dois anos remunerados que eles têm para se dedicar exclusivamente aos estudos. Também não entram os feriados estaduais e municipais. Só na cidade de São Paulo, são mais dois feriados municipais e um estadual.
Na conta, ainda precisam ser somadas as emendas dos feriados (sim, juiz também tem direito a feriado prolongado) e outros imprevistos previstos, como a Copa do Mundo de Futebol, que tirou da Justiça mais três dias de trabalho (se o Brasil tivesse chegado à final do campeonato, teriam sido quatro).
Nesta quinta-feira (2/11), dia de Finados, a Justiça e todos os outros brasileiros descansam. Na sexta (3/11), a emenda coletiva impera apenas no Judiciário. Nos tribunais superiores, na Justiça Federal e na Trabalhista, foi feriado na quarta (1/11). As instituições decidiram, então, transferir a folga para sexta e desfrutar do descanso de quatro dias (somado o final de semana).
Na Justiça Estadual, não há desculpa oficial para o feriado ser prolongado. Mesmo assim, apenas sete dos 27 Tribunais de Justiça estadaduais e distrital vão trabalhar. O Judiciário de Santa Catarina é uma das raras exceções. Como informa o juiz Luiz Fernando Boller, de Tubarão, o Tribunal de Justiça e 110 comarcas do estado funcionam normalmente nesta sexta-feira. Os outros decretaram ponto facultativo. Não há expediente, portanto, apenas o famoso plantão. Em São Paulo, o Tribunal de Justiça ainda foi mais generoso nas folgas. Na segunda-feira (30/11), ressaca das eleições, a Justiça paulista não funcionou, como se não tivesse uma fila de mais de 14 milhões de processos para julgar.
Em muitos casos, a iniciativa privada pode ser tanto ou até mais generosa com seus trabalhadores. Pode optar por dar descansos injustificados, aumentar as férias, permitir que comemorem o dia de São Nunca ou o dia de todos os santos, que por sinal, antigamente era comemorado com feriado no dia 1º de novembro.
Nestes casos, quem administra o negócio calcula os riscos da folga para a atividade e assume o prejuízo. Na iniciativa pública, o patrão, chefe ou dono do negócio (ou seja, o contribuinte) nem é consultado e, muitas vezes, nem comunicado sobre o trabalho daqueles a quem paga o salário. E além de pagar uma vez, por financiar o serviço público, o contribuinte acaba pagando outra vez, por não tê-lo feito.
Revista Consultor Jurídico, 1 de novembro de 2006

Sobre o autor: Aline Pinheiro é repórter da Consultor Jurídico

DJ Moisés
O "buraco" do Kassab é "mais em baixo".......
Abraços!
Vasco



Camaradas,

ao que tudo indica a reação de Kassab contra Kaiser da Silva faz parte de
uma estratégia do prefeito, para se tornar conhecido pela população,
visando às próximas eleições, apesar de ele negar a afirmação. Em menos de
15 dias, Kassab já se envolveu em pelo menos três situações nada
convencionais para um sujeito que ocupa o posto mais alto da maior cidade
do país. Primeiro, ao fazer piadinha sem graça sobre o acidente nas obras
da futura estação Pinheiros do Metrô. Segundo ao reagir a uma manifestação
durante as comemorações do 453º aniversário da capital. Ontem, novamente,
ao reagir ensandecido a um protesto contra sua administração. A
truculência fascista do pefelista trouxe de volta um tempo que julgavamos
estar morto e enterrado. Mas como diz aquele velho ditado popular: o lobo
perde o pêlo, mas não perde a manhã. O ataque do pitbull Kassab lembrou os
idos da Freguesia do Ó de Maluf. Mas o que se pode esperar do
representante de um partido, que em sua gênese foi um dos artífices do
golpe de 64 e, posteriormente, da sustentação à ditadura militar. No
entanto, imaginar que esse jeito pitbull de ser do Kassab tenha sido
planejado por ele em conjunto com sua assessoria, é de lascar. Isso é o
que se chama de marketing tabajara. Nem o Casseta pensaria em algo dessa
espécie. Kassab, no entanto, continua sua cruzada de histeria e insiste em
dizer que seu comportamento foi corretíssimo e que, por isso, fará tudo de
novo, quantas vezes for preciso, além, é claro, de exigir a retratação do
baixinho Kaiser. Definitivamente, ele é um sujeito sem noção.



saudações

Lúcia Rodrigues

Texto de Lucia Rodrigues, enviado ao blog pelo blogodita Vasco Nunes

 
Democracia do  PSDB e do PFL é isso: "porrada" na oposição, no povo e nos descontentes....... Bem no estilo nasce-fascista do "presidente" Bornhauser.....Imagina o que aconteceria se essa "raça" estivesse no poder federal....   Como agiriam? Provavelmente como fizeram durante a Ditadura Militar deles.... Devem. estar saudosos do poder de vida e de morte que tinham sobre o povo brasileiro...... O delegado Fleury éra a grantia, junto com o Coronel Erasmo, de manter o povo e a oposição em seu liugar.......
 
Abraços!
Vasco
 

O PREFEITO DE SÃO PAULO GILBERTO KASSAB, DO PFL,
 
(QUE SE ELEGEU COMO VICE DE JOSÉ SERRA, DO PSDB)
 
TOTALITARIAMENTE AGRIDE PACIENTE QUE SE MANIFESTAVA:
 
 
NA MATÉRIA, "CLIQUE PARA ASSISTIR"
 
VÍDEO DE COBERTURA DO ABSURDO !
 
Enviado ao blog por Danilo Tarpani e Vasco Nunes,postado pelo blogodita DJ MOisés
Deu no site Trupe da terra


Império Cubano
Se você está circulando pela Baixada Santista, anote na agenda: o Bar Império Cubano, recém inaugurado no centro de Santos, está dando o que falar por causa da sua programação musical, pra lá de caliente.

Um dos destaques é o santista DJ Wagner Parra que volta a noite de Santos pra embalar corpos e mentes com seu repertório eclético e diversificado.

Depois passar lendárias temporadas no Espaço Mambembe, Aeroanta, Projeto SP, Heavy Metal, - uma das melhores casas de show que Santos teve nos anos 80 - Lambar, Porto Seguro, Torto, Flor de Lis, Bar de Praia e Barnabé, Parra convida você para se esbaldar com suas novas e eletrizantes provocações musicais.

Não acredita? Ele apimenta a pista de dança do Bar Império Cubano com o que há de mais "tumbalizado" na música , sua salada musical latina, que traz muita salsa, ritmo e tumbau.

Wanger Parra vai continuar "discotecando" todas as sextas , sempre a partir das 22h.

 No Império Cubano, além do som de Parra, você tem a disposição restaurante (grelhados e pizzas) e uma lan house.

 

Bar Império Cubano – Rua XV de Novembro 178 (atrás do Café Carioca), no Centro de Santos.

Reservas e Informações – tel(13)3216-1501.

 
Postado pelo blogodita DJ Moisés
...até que se prove o contrário, assim como o Jungmann...
 
"Em plena campanha pela presidência da Câmara, deputados receberam em seus gabinetes um conjunto de documentos da Polícia Civil de Curitiba em que seis funcionários de (Gustavo) Fruet o acusam de se     apropriar de parcela de seus salários. De acordo com o colunista Ilimar Franco, o dossiê inclui um ofício no qual o secretário de Segurança do Paraná, Luiz Fernando Delazari, envia informações à presidente do STF, Ellen Gracie. A assessoria do tucano informou, no entanto, que não há processo no STF e que a suposta denúncia está sendo distribuída por e-mail por adversários políticos de Fruet"
 
Pela transcrição de a Gazeta do Povo, do Paraná,
Albano.
 
Postado pelo blogodita DJ MOisés

Assisti aos noticiários de televisão, ontem, à noite. Entrevistados governadores, empresários e outros, a respeito do plano de desesenvolvimento acelerado, apresentado pelo presidente Lula, as opiniões variavam de aprobatórias na totalidade a aprobatórias com restrições, com críticas pontuais fundadas ou corporativas, com críticas infundadas, com desaprovação irrestrita ou limitada ou fundamentalmente partidárias ou setoriais.

Ou seja: agradou a muitos, desagradou a muitos outros, as opiniões se dividiram equilibradamente e, na média, aprovando ou dando um crédito temporário de credibilidade à iniciativa do governo.
Manchete da Folha de S.Paulo hoje:
"Plano de Lula é criticado por
empresários e governadores
"
Isto é que é imprensa "séria", com o rabo preso com "o leitor" (deve ser o FHC esse leitor)... "isenta"... aliás são esse jornal e sua irmã gêmea Veja a e´pressão mais restrito da tal de "democracia"... são autoexplicativos...
 
Albano Fonseca
 
Postado pelo blogodita DJ MOisés

Nem a "Mãe Joana" aguenta mais !

O noticiário do dia traz, como todos os dias, indícios ou sintomas da doença/problema que, desde há muito assola a vida prática no meio físico e social e ameaça a própria sobrevivência da humanidade como a conhecemos e, principalmente, como desejaríamos que fosse.

            Hoje se trata dos animais, dos seus donos, da legislação e regulamentos para a sua posse e convivência com as demais pessoas e com o ambiente em que vivem ou circulam.

Amanhã será, como ontem foi, outro aspecto da mesma coisa. Talvez se fale, uma vez mais, dos ciclistas e motociclistas e de seu comportamento anti-social, talvez sejam enfocados os abusos dos donos de bares, restaurantes e padarias, a projetar para os passeios públicos, que privatizam e obstaculizam, a extensão de seus negócios.

 Talvez se ouça alguma reclamação sobre as cada vez maiores bancas que, de jornais, têm apenas a denominação genérica, transformadas que foram em lojas de conveniências e - mais um - em obstáculo à confortável e segura circulação dos pedestres.

Talvez se fale do privilégio abusivo e da usurpação de área pública pelas barracas de frutas dispostas em praças e às margens de canais, sem qualquer vantagem em preços para o contribuinte/consumidor e com prejuízo para a saúde pública e a higiene e a estética dos logradouros.

Ou então, talvez se leia cartas de reclamações sobre estacionamento irregular em entradas de condomínios ou acessos a garagens particulares, e a parada em filas duplas em portas de colégios (e delegacias). Ou sobre demarcações privatizantes de vagas de estacionamento ou depósito de entulho na via pública.

Talvez vejamos comentários sobre as práticas anti-higiênicas e os prejuízos ambientais causados pelos operadores de barraquinhas nas praias que naquele mesmo local, se apropriam da água fornecida aos chuveiros públicos, distorcendo sua finalidade e, ao mesmo tempo, poluindo as areias com a lavagem de utensílios e talheres ou ferramentas com produtos químicos (detergentes e outros sabões), que são ali mesmo descartados.

Ou, ainda, se fará referência aos maus hábitos de pessoas que usam os mesmos chuveiros para lavar seus cachorros ou pertences, ou a barraqueiros que desviam a água para seus “estabelecimentos” ou lavam seu mobiliário ali.

Dir-se-á que a CET Santos “terceirizou” a operação viária do trânsito no Gonzaga, mais precisamente em frente ao Shopping Miramar, em baixo do semáforo, sobre a faixa de segurança, nas tardes de sábado. Que a  entregou aos funcionários da “operadora de cruzeiros turísticos que embarcam seus clientes bem no meio da pista, estreitando ainda mais o já estreito funil do começo da rua Euclides da Cunha. E expondo a risco de atropelamentos, de ferimentos e até mesmo de morte a esses mesmos clientes. Nesses dias, nesses horários, nunca se vê uma única viatura, um único fiscal...

Outra reclamação recorrente é sobre o excesso de ruído produzido por bares e estabelecimentos “religiosos”. E também por consumidores/clientes idiotas, que estacionam seus carros à porta do bar preferido. E abrem as portas e o volume de custosos e absolutamente estúpidos e ridículos equipamentos sonoros, despejando toneladas de decibéis e músicas de péssima qualidade. Obrigam os circunstantes, passantes e vizinhos a escutarem a lixeira brega, quase sempre esses patéticos “country”, axé, pagode e assemelhados.

 A vida diária, social, civilizada, supõe a subordinação às e o respeito e o cumprimento das leis e suas hierarquias, aos regulamentos e regulações, às práticas de convivência e civilidade.

O ideal seria que isso ocorresse de modo espontâneo, solidário e convicto.

Mas o ser humano é imperfeito. Tem falhas, tem vícios, tem hábitos. O ser humano pode ser egoísta, teimoso, renitente, desobediente. Frente a situações de desconforto, ou desagrado, ou discordância, ele pode, simplesmente, deixar de fazer, deixar de cumprir, deixar de obedecer, deixar de respeitar, se a isso não for obrigado. 

 

continua abaixo...

continuação

       

Por essas e muitas outras razões advindas da própria condição humana é que se fez o contrato social e foram dados aos poderes constituídos por esse mesmo contrato, independentemente do formato que se haja dado ao estado que o administra, o monopólio da violência e a obrigação de legislar e de fazer respeitar e cumprir.

Consequentemente, no Brasil deve ser da mesma forma. Quem tem o poder de polícia, quem tem a capacidade coercitiva, quem pode obrigar a fazer ou impedir de agir é o estado, por seus agentes.

Ao cidadão é dado o direito de discordar, de se opor, de lutar pelo que julga ser seu direito. A ele é dado o direito de propor as mudanças legais ou regulamentares que julgue convenientes e/ou necessárias.

Mas, enquanto vigentes, as leis devem ser cumpridas.

O Estado tem que zelar para que assim seja, em defesa dos interesses maiores da sociedade.

Aqui está, em nosso caso, o problema, a doença.

O Estado, em todas as esferas, ABDICOU, parcialmente ou  mesmo de maneira integral, dessa OBRIGAÇÃO. O Estado prevarica, deve ser responsabilizado, deve ser cobrdo. Ele tem que fazer cumprir.

Ora, ao não fazer o que lhe compete, o Estado dá um recado estridente à sociedade: “QUEM PODE MAIS, CHORA MENOS...”. Ou: “Salve-se quem puder”.

E nos empurra, inexoravelmente, de volta à barbárie, á lei da selva, à discrição da melhor pontaria e da rapidez ao sacar a arma.

É lamentável constatar que, no dia-a-dia, está ocorrendo exatamente isso.

Vejamos. Os agentes públicos só fazem o que seja mais fácil, evitam a todo custo cumprir ou fazer cumprir as leis e os regulamentos que, de alguma forma, interfiram com os interesses de “amigos” ou conhecidos, se isso puder acontecer sem respingar sobre eles.

Ainda não chegamos, inevitavelmente ao fundo da cova, ainda há tempo para reverter esse processo. Mas para ele caminharemos a passos largos, se não formos capazes de entender que, ao menos enquanto vigerem, as leis asseguram as condições mínimas de convivência e que é necessário que sejam respeitadas. Sem elas, mergulharemos no vácuo e no horror.

Já não há mais sentido nem tempo para “campanhas educativas”, agora tem que ser como nos países civilizados: FAZER CUMPRIR.

E nada mais

 

Albano Fonseca

 

Postado pelo blogodita DJ MOisés

A casa caiu para o “jornalista” Ricardo Noblat


Por falar em perda de credbilidade...

Estou realmente curiosa como nossos veículos de comunicação vão abafar a ligação de Ricardo Noblat com o escândalo de desvio de verbas que envolve o ex-ministro Raul Jungmann e a empresa da mulher do coleguinha Noblat....Hummm Já abafaram?... mas a comunidade blogueira não...

Jungmann pediu perdão ao Papa

"O mundo gira, a Lusitana roda e agora o inoxidável ex-ministro Raul Jungmann está sendo denunciado pelo Ministério Público sob a acusação de torrar 33 milhões de reais em verbas publicitárias do Incra para vitaminar empresas dos seus amigos do peito, a exemplo da RNN do jornalista Ricardo Noblat. Rebobinando a história, está escrito nas folhas que em março de 1998 o então ministro fez uma viagem turística ao Vaticano para pedir perdão ao Papa pelos seus pecados e, pensando grande, levar uma carta do presidente Fernando Henrique sobre "a maior reforma agrária do mundo" que estaria sendo feita no Brasil. O sonho de FHC e de Jungmann era apenas um elefante voador e a reforma agrária continua sendo uma mamata para os caboclos mamadores das ONGs e dos movimentos sociais, noves fora os pobres indigentes sem terra e sem emprego", assim se analisa a trajetória de Raul Jungmann, desde quando beijava o anel do Papa até ser enquadrado pelos inquisidores do Ministério Público.

ESPOSA DE NOBLAT ENVOLVIDA COM JUNGMANN
O que estão fazendo o deputado RAUL JUNGMANN, o jornalista Ricardo NOBLAT e o empresário Roberto Medina na mesma notícia de escândalo?

BOMBA

Caiu como uma bomba a notícia de que o Deputado Federal e ex-ministro do Desenvolvimento Agrário, RAUL JUNGMANN (PPS-PE) fora alvo de uma ação de improbidade administrativa, por parte da procuradoria Federal. Jungmann se notabilizou, como parlamentar, pela agressiva e contundente defesa da ética e da moralidade pública. Favorável a cassação de todos os Deputados que foram julgados culpados pelo conselho de ética da Câmara, assim nos últimos anos, enquanto amealhava prestígio nacional, agregava poderosos inimigos.A acusação do Ministério Público Federal põe Jungmann, quando Ministro, entre 1998 a 2000, encabeçando um esquema de desvio de recursos públicos para o pagamento de contratos de publicidade do Incra.

Acompanharia o deputado no delito mais oito pessoas, entre elas, o publicitário Roberto Medina, proprietário da empresa Artplan e organizador de todas as edições do Rock in Rio, e REBECA SCATRUT a esposa de NOBLAT, grife do maior blog político do país, atualmente baseado na Globo.com.Os procuradores da República José Alfredo de Paula Silva e Raquel Branquinho afirmam na ação que "as provas colhidas revelam de modo claro a existência de uma verdadeira estrutura ilícita, nos moldes de uma quadrilha, destinada a dilapidar o patrimônio do Incra por meio de sucessivos desvios nos contratos de publicidade”.

Isso é verdade, o Noblat ganhou muito com o Governo Cristovam Buarque, na época que ele era do PT! . Ele (Noblat escreveu certa vez em seu blog: " Já votei no PT há um tempo atraz".

O Correio ganhou muita publicidade do GDF e era praticamente porta-voz do Cristovam durante as eleições de 98. Foi uma oposição pesadissima ao Governo Roriz durante seu mandato, até um outro grupo comprar o Correio e demitir Noblat. Noblat sim é muito ligado a Cristovam Buqarque, tanto que no debate da TV Brasília e na Band, em 98, o Roriz não tinha respondido uma pergunta feita pelo Cristovam Buarque e o Noblat, depois da resposta do Roriz, disse: "Mas, o senhor não respondeu a pergunta feita!", ou seja estava lá para ajudar o Cristovam Buarque. E em outro debate, um jornalista do Jornal de Brasília denúnciou esta ligação, entre Cristovam Buarque e Noblat. Cristovam disse que não sabia de nada e Noblat disse que iria processar o acusador.Mas não processou.

Ou seja, a muito há essas ligações. Não são novas. Se procurarem mais sobra até para o Cristovam Buarque! Vai feder. E o Noblat até agora nem um pio!

Helena  http://www.osamigosdopresidentelula.blogspot.com/
 
Extraído do blog Amigos do Presidente Lula, postado pelo blogodita DJ Moisés

Conversa Afiada – Paulo Henrique Amorim 

JUNGMANN É INOCENTE ATÉ QUE SE PROVE O CONTRÁRIO

Paulo Henrique Amorim

Máximas e Mínimas 82

. O fato de a Procuradoria da República pedir o indiciamento de Raul Jungmann e mais oito não significa que eles sejam culpados.

. Não se deve, portanto, falar em “Ali Baba e os oito ladrões”, porque, até o veredicto da Justiça, eles são inocentes.

. Jungmann foi eleito deputado federal pelo povo de Pernambuco e tem direito a foro privilegiado – o Supremo Tribunal Federal.

. O fato de ele ser suspeito de embolsar recursos públicos através de uma agência de publicidade não significa que ele tenha dado inicio a um “mensalão” no Governo Fernando Henrique.

. Não se provou que havia um “mensalão” no Governo Lula, nem que isso, agora, caracterize um “mensalão”, uma mesada a um ministro, no Governo de FHC.

.  Se o processo for ao Supremo Tribunal Federal e a questão cair na mão de um Ministro indicado pelo Presidente Fernando Henrique não se deve suspeitar que o Ministro do STF queira “proteger” Jungmann. Ao entrar para o Supremo, os ministros perdem a “paternidade” e só devem prestar contas à Lei.

.  Se o processo judicial demorar – como demora tudo na Justiça brasileira – o presidente Fernando Henrique Cardoso não deve deduzir que há impunidade.

. Também não se deve dizer que o Governo Fernando Henrique assistiu “à maior corrupção da História” da República, com o affair Jungmann, as ambulâncias superfaturadas, Daniel Dantas, compra de votos para a reeleição.

. Nem os economistas da Casa das Garças (clique aqui) seriam capazes de medir “a maior corrupção da História”.   

. O pedido de indiciamento de Jungmann não significa que o Presidente Fernando Henrique soubesse de uma eventual roubalheira e olhasse para o outro lado. Não cabe acusar o ex-presidente de “fingir que não via” – não há nenhum indicio de que a roubalheira – se a Justiça se convencer que houve – ultrapassou o âmbito da relação Jungmann / Medina.

. Da mesma maneira, o pedido de indiciamento do empresário Abel Pereira na questão das ambulâncias superfaturadas no Ministério da Saúde, no tempo de Fernando Henrique Cardoso, não significa que José Serra e Barjas Negri sejam culpados – e que Fernando Henrique olhava para o outro lado.

. É preciso esperar a Justiça se manifestar.

. Da mesma forma que os petistas acusados de receber dinheiro de forma irregular do publicitário Marcos Valério não podem se defender com o argumento de que são vítimas da perseguição histórica aos representantes dos fracos e oprimidos, o deputado Jungmann não deve menosprezar o trabalho da Procuradoria da República com o argumento de que é vítima do trabalho heróico de tentar viabilizar uma candidatura da “terceira via” à Presidência da Câmara.

. Como diria o filosofo Juarez Soares, uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.

. A única coisa líquida e certa no episódio da ligação do Ministro Jungmann com o publicitário Medina é: quem tem telhado de vidro não deveria jogar pedra no vizinho.

Jungmann foi ministro da Reforma Agrária de FHC

Notícias

Imprima esta notícia Envie esta notícia

12/01/2007 15:46h

O $ DO JUNGMANN E O $ DOS ESCÂNDALOS DO

Paulo Henrique Amorim

Máximas e Mínimas 84

 


. Raul Jungmann foi Ministro da Reforma Agrária - ao qual o Incra é subordinado - no Governo de Fernando Henrique Cardoso.

. Ele é do PPS, o partido dos ex-comunistas brasileiros, que se tornou uma espécie de "linha-auxiliar" dos tucanos.

. Raul Jungmann foi um dos mais agressivos membros da CPI dos sanguessugas, sempre contra o Governo, a tal ponto que deu a impressão de querer assumir a Superintendência da Polícia Federal para botar os corruptos na cadeia.

. Agora, Procuradores da República, no Distrito Federal, pediram o indiciamento de Jungamann e de mais oito pessoas por roubalheira no Incra.

. Uma roubalheira no valor de R$ 30 milhões.

. Como se sabe, pedir o indiciamento não significa que o acusado seja culpado. (Clique aqui para ler "Jungmann é inocente até que se prove o contrário").

.Porém, é importante não perder a perspectiva: R$ 30 milhões é muito dinheiro.

. Só para faciliatar a comparação, vamos ver o que significam R$ 30 milhões lado-a-lado às cifras de alguns dos recentes "escândalos" a que a mídia conservadora brasileira deu cobertura de forma razoavelmente objetiva... 

. Dólares na cueca: eram 200 mil reais e 100 mil dólares, o que dá 72 vezes menos do que os R$ 30 milhões do Incra de que os Procuradores acusam Jungmann. 

. Mala dos "aloprados do PT no Hotel Íbis": eram 1,168 milhões de reais e 248,8 mil dólares, o que dá 17 vezes menos do que os R$ 30 milhões do Incra de que os Procuradores acusam Jungmann.

. Dinheiro que o assessor do deputado Professor Luizinho (PT-SP) sacou no Banco Rural: eram 20 mil reais, o que dá 1500 vezes menos do que os R$ 30 milhões do Incra de que os Procuradores acusam Jungmann.

. Propina que Sebastião Buani teria pago a Severino Cavalcanti: eram 130 mil reais, o que dá 230 vezes menos do que os R$ 30 milhões do Incra de que os Procuradores acusam Jungmann.

. Dinheiro que a Telemar investiu para se tornar sócia da empresa do filho do Presidente Lula: eram 5 milhões de reais, o que dá 6 vezes menos do que os R$ 30 milhões do Incra de que os Procuradores acusam Jungmann.

. Na CPI dos Correios, o publicitário Duda Mendonça confessou que recebeu dinheiro de Marcos Valério como pagamento de trabalhos prestados ao PT nas eleições de 2002: eram 10,5 milhões de reais, o que dá 2,8 vezes menos do que os R$ 30 milhões do Incra de que os Procuradores acusam Jungmann.

http://conversa-afiada.ig.com.br/materias/409501-410000/409769/409769_1.html

Postado pelo blogodita DJ Moisés

 

Candidatura Chinaglia: será que ainda não se aprendeu com a derrota, na eleição de Severino Cavalcanti?

Até então era apenas uma forma do deputado petista mostrar que o PT não está fora da jogada, reabilitou-se ante um massacre desproporcional da mídia e dos interesses por ela representados. OK. A candidatura Arlindo Chinaglia recomporia uma situação de completa desarticulação na Câmara dos Deputados, quando a dificuldade petista de superar o vício divisionista explodiu na eleição de Severino Cavalcanti, apesar do PT ter sido a maior bancada eleita em 2002.

A candidadura Arlindo Chinaglia também foi uma resposta, uma reação às denúncias que atingiram os principais dirigentes partidários, entre eles o ex-presidente da Câmara, deputado João Paulo Cunha. Ao contrário da execração pública da mídia partidarizada, o PT mostrava-se com a candidatura de Chinaglia que volta a ocupar o papel histórico de mais de 25 anos na luta política brasileira, entre eles a eleição para a presidência do mais importante líder político brasileiro desde a instauração da República.

Mas as recentes notícias tornam a análise acima envelhecida e deslocada da realidade. Com a notícia de que o candidato petista à Câmara ignora data limite estabelecida pelo presidente Lula, jogando para o que seria o convencional das disputas em aberto, ou seja, o salve-se quem puder, indo para a disputa do voto até a boca de urna da eleição em fevereiro (vide
http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u88363.shtml), a partir deste momento a candidatura Arlindo Chinaglia representa a divisão entre os aliados do Governo Lula, mais um surto daqueles que acham feio aquilo que não é espelho e que abre espaço, sim, para a indefinição quanto ao exercício democrático e republicano da presidência da Câmara, com repercussões no Senado.

Para os mais esquecidos, a vitória de Aldo Rebelo representou a retomada da engrenagem política do Governo Lula. Não porque Aldo teria sido um presidente chapa branca autoritário e tendencioso, mas porque Aldo não permitiu que Arnaldo Jabor ou os editores da Veja presidissem indiretamente a casa.

Feito o trabalho que ninguém conseguia fazer, agora Aldo deve ser descartado pelo PT? Como consolo, um diploma de honra ao mérito pelos serviços prestados? 

 

Postado pelo blogodita Hipócrates Barbeiro

Datafolha: Lula é o melhor presidente da história do Brasil

Pesquisa Datafolha realizada no último dia 13 de dezembro aponta que Luiz Inácio Lula da Silva é o presidente mais bem avaliado da história do Brasil. Lula é apontado espontaneamente por 35% dos entrevistados como o melhor mandatário que o Brasil já teve. O percentual equivale a praticamente o dobro da preferência obtida pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) no final de 2002 (18%), quando o tucano encerrou seu segundo mandato. O principal legado do primeiro mandato, segundo o levantamento, é uma diminuição na percepção de problemas relacionados à miséria e ao desemprego. O levantamento aponta ainda que há uma forte expectativa positiva para o próximo mandato: 59% esperam que o governo será ótimo/bom.

FPA: Primeiro governo Lula chega ao final com avaliação positiva de 76%

Ibope confirma altos índices de aprovação ao primeiro governo Lula


Paulo Henrique Amorim

Máximas e Mínimas 38

 

. O Ibope vai divulgar na segunda-feira, dia 18, que o Presidente Lula termina este ano com o maior índice de aprovação de um Presidente da República da história do Brasil em fim de mandato.

. O índice de Lula é maior do que o de Juscelino Kubitschek.

. É o apagão da imprensa e dos tucanos.

. 3% dos brasileiros viajam de avião.

Postado pelos blogoditas DJ MOisés e MC Albano, extraído do "Linha direta" e do "Conversa afiada"

Eliane Cantanhede responde.....
MC Albano também....
 
Senhora,
sua resposta (veja abaixo) é apenas tergiversação. Não reponde ao que pergunto, E se atribui funções que não são suas, que talvez nem sejam de ninguém. Registre, como jornalista, se assim se crê e ache que é "sua obrigação", critique, se se sente capaz. Condenar, porém, não é de sua alçada. E há mais, não são necessárias citações nem autores, seus atos são políticos sim, a senhora se envolve, sim. Toma partido, o que escreve aponta para algum lado. Condena, como diz. E o que é isso?
Meditação transcendental?
Também não diga que me recuso a ver isto ou aquilo, como pode saber? Somente se eu lhe disser. E não foi o que expressei em meu mail.
Indaguei, com considerandos. Foi isso, apenas. O resto, como de resto sempre é, quando se trata de "jornalistas" da "grande imprensa"é a a ação deliberada de agregar as manifestações não alinhadas ou não-conformes a uma geléia geral que não diz nada e que  será verberada como "radical"... por juízes de sua instância!
E há ainda mais, senhora. A senhora se permite o discurso moral. Mas não tem esse direito. Em que mundo vive? Ou sua labuta é uma farsa? Quererá dizer que as práticas que não "criticou nem condenou" com tanta ênfase, com tanto vigor, com tanto fervor, em outros governos eram diferentes? Não existiram?
Lamento. Mas não a condeno. A sua consciência o dirá, tendo  em conta os fatores de aplacabilidade que ajam sobre ela e talvez acabem por ser reconfortantes... mas serão isso, apenas... gratificações...
 
Albano Fonseca
 
Resposta de Eliane a carta aqui  do Albano
 
Eu não sou política. Sou jornalista e cumpro com o meu dever de registrar, criticar e condenar essa onda de escândalos que o sr. se recusa a ver.
Atenciosamente,
Eliane
 
Abaixo, outra resposta de Eliane, que se recusa a tocar no assunto do "furo" da equipe de TV do PSDB.

"Sou casada com o jornalista Gilnei Rampazzo há quase três décadas. Ele tem a carreira dele e foi chefe do Estadão, diretor da Isto É e diretor de jornalismo da TV Globo em Brasília durante anos, até sair e, um ano depois, virar sócio de uma produtora de vídeo que, em 15 anos, trabalhou entre outros para o PT, para o PMDB, para o PFL e em campanhas do PSDB. Agora, ele trabalha na do Alckmin. Isso é público e notório e jamais houve relação de causa e efeito entre o trabalho dele e o meu. Nós não somos políticos, não temos pretensões políticas e não interferimos um no trabalho do outro, basta ver tudo o que escrevi nos 8 anos de FHC e contra vários dos contratados da empresa dele. Aliás, tudo o que apuro e escrevo assino em baixo e está aí para análise e crítica pública. Tenho o direito de ter o meu trabalho, conquistado com muito suor e muita dignidade, e ele tem o direito de ter o dele. Nós chegamos onde chegamos cada um por seus próprios pés e por seus próprios méritos".

(Resposta de Eliane a um questionamento sobre a antecipação da equipe de TV do PSDB no casso do Dossiê, feito por DJ Moisés ao ombudsman da Folha,Marcelo Beraba, enviada por e-mail ao blog)

Postado pelo blogodita DJ MOisés, com a colaboração do MC Albano, Marcelo Beraba e Eliane Cantanhede

Do Vermelho

Cuba x EUA: O bloqueio e a questão da extraterritorialidade


Para o governo norte-americano, a regra é clara e simples: o bloqueio econômico, financeiro e comercial contra Cuba não existe apenas na relação entre os dois países, mas se estende a terceiros que não sigam à risca as regras estabelecidas, graças à aplicação extraterritorial das leis que há mais de 40 anos prejudicam os cubanos.
Por Fernando Damasceno

Nos últimos dois anos, período no qual os Estados Unidos recrudesceram sua política em relação a Cuba, a questão da extraterritorialidade acompanhou o ritmo das leis do bloqueio. A seguir, algumas de suas conseqüências práticas:

- Subsidiárias norte-americanas sediadas em qualquer outro país não podem levar a cabo nenhum tipo de transação com empresas cubanas;

- Nenhuma empresa, de qualquer país, pode exportar para os EUA produtos origem cubana ou até mesmo produtos que contenham alguma matéria-prima com procedência da Ilha;

- Empresas de quaisquer países não podem vender a Cuba nenhum tipo de produto que contenha mais de 10% de componentes de origem norte-americana, ainda que seus proprietários não sejam nascidos nos EUA;

- É proibida a entrada em portos norte-americanos de quaisquer navios que transportem produtos vindo de Cuba ou que estejam se dirigindo para a Ilha, independentemente da nacionalidade da embarcação;

- Bancos de qualquer país não podem abrir contas em dólares norte-americanos para pessoas cubanas (físicas e jurídicas).

Em geral, aqueles que descumpriram alguma dessas determinações sofreram multas ou então sanções por parte do governo dos Estados Unidos.

Caçada

Em alguns casos, a perseguição a Cuba alcança níveis tão absurdos que chegam a se assemelhar a uma verdadeira caçada. Funcionários cubanos da Organização Mundial de Saúde (OMS), do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e da Organização Mundial da Propriedade Intelectual, entre outros organismos internacionais, tiveram suas contas bancárias encerradas, simplesmente por terem nascido na Ilha.

Com essas ações, o governo dos Estados Unidos consegue, de uma só vez, punir Cuba, seus cidadãos, organismos internacionais e atirar contra si mesmo, já que grande parte dessas instituições tem forte atuação em território norte-americano.

Dados do próprio governo dos EUA informam que, somente em 2005, devido à política imposta pelo bloqueio, o montante dos bens cubanos congelados em bancos norte-americanos é de US$ 268,3 milhões.

A extraterritorialidade em outros setores

Em fevereiro de 2006, a delegação empresarial cubana que participou da Conferência Cuba-Estados Unidos sobre Energia, realizada na Cidade do México, foi expulsa do Hotel Sheraton por ordens do Departamento do Tesouro norte-americano, pois a rede hoteleira pertence a um grupo dos EUA. A gerência do hotel confiscou o depósito que a missão cubana havia feito para a estadia e enviou centavo por centavo ao Escritório de Controle dos Ativos Cubanos (OFAC, na sigla em inglês).

Como já foi relatado na primeira reportagem desta série, em junho de 2006 o jovem cubano Raysel Sosa Rojas, ganhador do Concurso Mundial de Desenho Infantil, organizado pela ONU, não pôde receber seu prêmio, pois a empresa japonesa Nikon negou-se a entregar-lhe uma câmera fotográfica digital, alegando que o bloqueio imposto pelos Estados Unidos a impedia.

Especialistas na área de automação e até mesmo controladores de tráfico aéreo cubanos não puderam mais entrar em território canadense, devido às regras do bloqueio. Tais medidas geraram grandes custos extras para o governo cubano, que se viu obrigado a treinar seus funcionários em outros países.

Os exemplos são vários e podem se tornar ainda mais específicos e delicados, dependendo da análise que é feita das conseqüências dessa política absurda. Nas duas próximas reportagens da série (no ar dia 5 e 6 de novembro, respectivamente), serão analisados os efeitos do bloqueio para a alimentação, saúde, transporte, educação esporte e tecnologia em Cuba.

Enviado por Danilo Tarpani, postado pelo blogodita DJ MOisés

Cuba x EUA: A oposição ao bloqueio dentro dos Estados Unidos


À primeira vista, pode causar surpresa pensar que há setores da sociedade norte-americana lutando pelo fim do bloqueio econômico, comercial e financeiro contra Cuba. Mas eles existem. São, em geral, personalidades políticas, empresários, governos estaduais, líderes religiosos e organizações não-governamentais as poucas vozes que expõem sua contrariedade em relação a tal política.
Por Fernando Damasceno

O desafio de tais grupos, obviamente, é grandioso, em especial após o recrudescimento do bloqueio nos últimos dois anos. Mas exatamente nesse período algumas iniciativas mostram que a política do governo Bush está longe de ser subscrita por todos os norte-americanos.

Em 26 de outubro de 2006, o jornal The Capitol Times, do estado de Wisconsin, fez uma reportagem sobre o bloqueio e reproduziu a seguinte análise, feita por Ricardo Gonzalez, membro do Conselho da cidade de Madison: “O bloqueio é apenas mais um exemplo dos erros cometidos pelo presidente Bush em sua política externa (...) Ao fim, nós, norte-americanos, somos os grandes perdedores nesse enfrentamento, pois acabamos tendo uma má imagem em todo o mundo”.

O jornal dá destaque também ao fato de que ao menos dois potenciais candidatos democratas à Presidência já se mostraram favoráveis ao fim do bloqueio: os senadores Russ Feingold (de Wisconsin) e Chuck Hagel (de Nebraska).

Contrariedade
Apesar do aumento nas restrições de viagens a Cuba, o governo do EUA não tem podido frear o interesse de muitos representantes políticos e homens de negócio na Ilha. Somente no período entre 2004 e 2006, dois governadores, um vice-governador, um senador e mais de 360 empresários (vindos de 30 estados norte-americanos) estiveram em Cuba.

Em 30 de junho de 2005, o líder da minoria democrata do Comitê de Finanças do Senado, Paul Sarbanes, emitiu um comunicado à imprensa informando que bloquearia quaisquer nomeações para altos cargos do Departamento do Tesouro. O motivo: as restrições ao comércio com Cuba, cada vez intensificadas pelo governo Bush.

Em 8 de julho de 2005, a Associação Comercial EUA-Cuba enviou uma carta assinada por 62 associações nacionais e companhias agrícolas a 20 senadores, exigindo a flexibilização das restrições impostas ao comércio de produtos agrícolas com a Ilha.

Em 3 de março de 2006, 105 congressistas enviaram uma carta à Secretaria do Tesouro questionando as medidas que “impediram várias organizações religiosas de viajarem para Cuba”. Alguns dias depois, importantes lideranças religiosas dos EUA se dirigiram à Secretaria de Estado para “exprimir sua profunda oposição à nova política que proíbe as organizações ecumênicas de viajar para Cuba”.

Em abril de 2006, o estado do Alabama aprovou uma resolução, devidamente encaminhada ao Congresso nacional, na qual “exige a eliminação das restrições de comércio, viagens e transações financeiras com Cuba”.

Prejuízos
Ao que parece, o governo norte-americano ainda não entendeu que sua política em relação a Cuba acaba gerando prejuízos consideráveis a alguns setores de sua economia.

Em 13 de abril de 2006, a cidade de Orlando foi sede do seminário “Fazendo negócios em Cuba”, com a presença de 54 representantes de grandes companhias norte-americanas interessadas em iniciar ou incrementar o comércio com Cuba. Muitas delas apontaram o problema da extraterritorialidade como um grande entrave, já que mesmo empresas multinacionais dos EUA, com sedes em outros países, também são afetadas pelo bloqueio.

A questão da extraterritorialidade será abordada na quarta reportagem da série, a ser publicada em 4 de novembro.

Leia também:
Vermelho inicia especial sobre o bloqueio à Ilha
As recentes investidas norte-americanas à Ilha

Enviada por Danilo Tarpani, postada pelo blogodita DJ MOisés

Tratado Geral Sobre as Qualidades das Coisas
 
Cap. I  -  A Simetria e o PSDB
 
Parte I
 
    Com exceção de contadores e economistas que, aparentemente, conseguem uma ereção, e o orgasmo que lhe corresponde, à simples visão de um relatório anual ou um balanço trimestral, outras pessoas que lêem desfrutam de um outro prazer, o de uma trama bem construída, de um romance policial bem escrito. Ágatha Cristhie, Chandler, Stout, Hammet sabiam como...
    Os enredos bem tramados, quase sempre, se servem de uma manobra de finta. Fazem uma jogada tática,  primeiramente chamam a atenção sobre o que está ocorrendo e, em seguida, deslocam a atenção do leitor/observador para outro lado, desqualificando ou desmontando as evidências primárias que, se seguidas, teriam levado à solução do caso, sem mais delongas..
    É uma técnica da construção literária policialesca, com grandes possibilidades de aplicação prática, basta prestar  atenção aos fatos da vida corriqueira, do dia-a-dia político, econômico, social... criminal.
    Dá o que pensar.
    Tais considerações me vieram à mente devido á insistência com que a oposição, seu candidato  e seus "capos" perguntavam: "De onde veio o dinheiro?"
    E o "capo de tutti i capi", reconhecido como uma pessoa que "perde o amigo, mas não perde a piada", ironizava por atacado e varejo, inspirado pelo dossiê.
    A palavrinha estava alí, latente, desde há muito, mas eu não fazia o correto encadeamento, a associação. Eis que acende a lampadinha na minha cabeça.                          
    Lembrei.        
   Não era a primeira vez. Já houvera um dossiê, coincidentemente às vésperas de uma eleição. Coincidentemente envolvendo "i capi" de uma agremiação política.Coincidentemente, a agremiação política era a mesma, o PSDB.
    Quem lembra do "Dossiê Caymán"?
    Pois então, agora é passado, não é para lembrar, dizem eles..
    Porém, como recordar é viver, recapitulemos:
    1. Durante a campanha à reeleição de FHC à presidência, e de Mário Covas ao governo de S. Paulo, surgiu um "falso" dossiê que denunciaria a associação entre "i capi" do PSDB (FHC, Covas, Serra, Sérgio Motta e outros menos votados) em negócios e contas bancárias em paraíso fiscal, do que a Receita Federal não tinha o menor vislumbre;
    2. Feita rigorosa investigação, feitas algumas mudanças tempestivas e necessárias na chefia da PF,  e - voilà - foi comprovado, o dossiê era falso;
    3. Um pastor evangélico bastante conhecido, então, foi entronizado como "laranjão" do esquema de forjagem da contrafação, mais adiante se fez posar de vítima, confessou arrependimento e aproveitou para deitar a culpa ao PT e ao Lula;
    4. Os inicialmente apontados sairam-se airosamente, com grande proveito eleitoral e previamente isentados de qualquer suspeita;
    5. A oposição que quisera, ao que se diz, pegar carona na desconstrução dos tucanos e associados, acabou responsabilizada e inculpada, recebendo o castigo no pleito;
    6. E ninguém, nunca mais, demonstrou curiosidade, nem perguntou, ainda que candidamente: "... tudo bem, o dossiê é falso. Mas, e os fatos apontados? Também o são?
    Nunca o saberemos... talvez.
                                                                       continua....
[ página principal ] [ ver mensagens anteriores ]
Visitante número: