Sorte é o que acontece quando a capacidade encontra a oportunidade" (Gal. Douglas Mac Arthur)
 
    A ministra-chefe da Casa Civil vem prestando muitos e relevantes serviços à Pátria, desde sempre, ao contrário dos prepotentes, arrogantes e auto-proclamados "machos" da (falta de ?) qualidade de Artur Virgílio, Garibaldi Alves, José Agripino "Prof. Gavião"  Maia, Álvaro Dias (estes dois "muy, pero muy" machos, como relatam seus coestaduanos...), Heráclito Fortes, Mário Couto, Mão Santa et alii...
    Mulher - logo frágil e destinada às lides domésticas, de acordo com os preconceitos dos supracitados e outros assemelhados -, jovem, foi capaz de encarar de frente os sofrimentos, a prisão, o exílio, por idealismo e solidariedade, coragem que aqueles  valentões, incluindo o garnizé da Bahia (malvadezinha jr.), nunca tiveram, salvo quando cercados de capangas e repressores oficiais, soldados, PMs e espancadores da polícia civíl.  
    Desta vez, Dilma Roussef vem dar à população brasileira mais uma aula de clareza, competência, de caráter e de dignidade, bate na cara dos calhordas e expulsa "do templo" os fariseus, hipócritas e mentirosos que assolam o Congresso.
   A digna ministra deixa bem claro que os que efetivamente lutaram contra o regime militar de exceção,  regime de torturadores e opressores da gente brasileira, não são iguais aos ratos, como José Agripino Maia, Garibaldi Alves, José Sarney, Heráclito e muitos outros, que agora querem se fazer de partícipes do desmonte daquele opróbrio, daquela ssordidez. Filhotes da ditadura, sim. Foram abandonando os cúmplices por oportunismo, por cálculo político, por falta de vergonha, que sabiam muito bem que a casa estava caindo e que o barco onde haviam embarcado deliciados ia para o fundo. Vêm, há muito, batendo no peito e dizendo que "ajudaram" à transição.
    É mentira. O que fizeram foi reposicionarem-se, sem abdicar de sua práticas e vantagens, cargos e prebendas, farsas, mentiras, truculência, assalto ao erário.
    Caem as máscaras,  já nem têm como negar.
    É o primeiro resultado da "aula magna" da ministra Dilma.
    Há, outro, tão importante quanto.
    É a demonstração de que a coragem e a esperança, afinal, determinam nosso futuro, que quando mais negra parece a madrugada, mais próxima está a luz do dia que renascerá.
    Eis o mote para as forças que se opõem à farsa e ao descalabro, a farsa e o descalabro que se apossaram da prefeitura de Santos e que querem nos fazer crer que são imbatíveis, que "já ganharam".
    Não é assim.
    Se tivermos a coragem de desmascará-las e enfrentá-las e ao que está por trás delas e de suas realizações, e se tivermos a coragem de olhar à frente, de não nos desesperarmos quando pareça que a luta é muito difícil, se não cairmos na tentação de acreditar que a luta já está perdida antes de sequer começar, se formos capazes de arregimentar todas as nossas forças, pedindo ou exigindo, se necessário, como a ministra enfrentaremos o presente e ganharemos o futuro.
    Pensem: diziam que D. Dilma era desconhecida, que não seria páreo para candidatos como Serra ou o governador de Minas, mas as pesquisas já começam a demonstrar que essa idéia é falsa, há números superando os 10%, espontâneos. São duas forças telúricas o prestígio de Lula e a garra da ministra, são como terremotos, não há como se opôr.
     Em Santos também seremos assim.
    Mais que nunca, portanto, é hora de Fausto Figueira colocar sua candidatura à Câmara Municipal e engrossar nossas forças.
 
Albano Fonseca.
Ou vai...ou vai
 
 
O Noblat, n'O Globo, tanto insiste que parece que  ele é quem quer o terceiro mandato para o Lula. A Lúcia Hippólito, na CBN, não aprova nem quer, é claro, mas já diz que a hipótese do terceiro mandato não tem nada de anormal ou de ilegal, desde que sejam feitos os devidos ajustes constitucionais. A Mírian Leitão, cansada de errar  "previsões"  vai, aos poucos, mudando o cantochão, ja vê luz onde antes só via desastre. O país  muda, mesmo os mais renitentes se rendem às evidências. O prestígio do presidente  apoia-se em fatos concretos e resultados, não dá para negar.
 Há seriedade de propósitos, há combate ao erro e à desonestidade, se reconhece que nem tudo pode ser obtido  de imediato. Há uma indicação clara em direção ao crescimento. Enfim, presidente do Brasil, eleito e reeleito pelo voto do povo, é o grande eleitor de nossa época, como reconhecem adversários, inimigos e mesmo alguns desclassificados que se dizem "de oposição". 
Há os que desqualificam esses sucessos, dizem que "a conjuntura internacional é favorável" e que Lula tem "sorte". Não é verdade, farei minhas as palavras de um importante líder militar insuspeito, o Gal. Douglas Mac Arthur (ídolo de muitos, comandante da guerra no Pacífico, vice-rei  e quase ditador do Japão, devidamente enquadrado pelo civil Truman):
"Sorte é o que acontece quando a capacidade encontra a  oportunidade".
Se a oportunidade (a conjuntura) é favorável,  a "sorte" do Brasil avaliza a capacidade de Lula.
Diz-se que elegerá o  sucessor e poderia suceder a si mesmo, outra vez, se o desejasse. Candidatos, de partidos da base governista à oposição, em todos os quadrantes da Nação, se movimentam em busca de seu apôio explícito ou, ao menos, velado. Querem "ser vistos com o "homem", querem uma foto, uma declaração. Sabem o peso que isso tem.
O partido do presidente Lula, com muito orgulho e  razão, é o PT.
E em Santos?
Santos, cuja história se confunde com a própria história da pátria, à beira de um reponte econômico de fantásticas possibilidades, é emblemática, é importante demais para continuar entregue  às mãos rapinantes desse conservadorismo retrógrado, travestido de empreendedorismo, desse desenvolvimentismo de fachada e especulação. Santos é importante e grande demais para continuar nas mãos da breguice cultural, que saqueia e drena seus recursos mais nobres para a mediocridade provinciana do populismo de espetáculos promocionais e rasteiros.
Bem... em Santos, até recentemente, se dizia que o prefeito peemedebista "está" reeleito, que não haveria nem mesmo segundo turno, que a oposição está em extinção, que o PT não reelegerá sequer os três vereadores que tem. Que, se muito, fará dois vereadores. Talvez um deles com o jeito Pestana de ser, acabará se compondo com a situação.
Bem... alto lá!
Não é nada disso.
 
O PT é o partido do presidente LULA! 
 
O PT tem uma brilhante e aguerrida candidata a prefeita, deputada estadual Maria Lúcia Prandi, eleita com mais de 55 mil votos. Pelo PT.
Tem uma coordenadora geral, a nunca bastante exaltada ex-prefeita, ex-deputada federal e primeira suplente Thelma de Sousa, detentora de um acervo de confiança e de apreço populares expressos em quase 90 mil votos na última eleição à Câmara Federal, que com despreendimento, amor à causa pública e valentia  se apresenta como candidata e carro-chefe da legenda à Câmara Municipal.
Tem uma lista de pré-candidatos à Câmara que honram a história da região e suas biografias.
Tem um passado de coragem e um presente brilhante, ajudando a forjar a transformação de um país de conceito menor à  uma das líderanças mundiais, sem nunca haver tido uma colônia, sem invadir países vizinhos ou longínquos para se apossar das riquezas naturais alheias ou para impor um modo particular de economia e de valores morais.
A proeminência brasileira é baseada na solidariedade, na liberdade, na justiça e no trabalho, capacidade nacional que muito se negou em épocas mais negras, que o presente só reafirma.
O presidente da República, que sabe muito bem dessas coisas, virá ajudar. Sabe que Santos vale todo o esforço que se faça, não quer Santos como ovelha desgarrada da nacionalidade, ilha da fantasia onde imperem o atraso e a vulgaridade. Lula também se somará à campanha.
Então, as condições estão dadas.
Mas não nos enganemos, com toda essa capacidade de fogo, com toda essa gente brilhante, com todos os reforços que possamos ter, não será fácil. Nada é fácil.
A linha de frente do atraso, com medo de perder uma vitória que se lhe parecia tranqüíla e fácil, já se reforça, já busca composições, já prepara a campanha sórdida que sempre lhe foi a marca. Fará de tudo.
Portanto, é mais que dever, é obrigação, que nos juntemos, que nos fortaleçamos, que arregimentemos todos os reforço a que possamos lançar mão. Então, nos lembramos de uma das maiores reservas eleitorais e morais do partido, o ex-deputado estadual e primeiro suplente á Assembléia Legislativa, Dr. Fausto Figueira. Um homem honrado e que honra seus mandatos e representa com dignidade seus eleitores. Um político detentor de um cabedal de apreço e votos do eleitor santista QUE FARÁ, certamente, A DIFERENÇA. Um homem que sabe que a tradução no idioma brasileiro das palavras do general Mac Arthur sobre  a "sorte", são  versos de Vandré. Fausto sabe,  assim como Luiz Inácio soube, que "quem sabe faz a hora, não espera acontecer" e ajudará a fazer. Precisamos de Fausto candidato a vereador nesta empresa que se aproxima, empresa temerária e gigantesca, mas que "só aos fracos abate". Alguém poderia dizer que tal candidatura seria um capitis diminutio da condição de suplente a uma casa mais alta, prestes a ser chamado para assumir o mandato até o fim da Legislatura. Não é assim, a entrega do Dr. Fausto à campanha do PT será um ato de abnegação e de despreendimento, de sabedoria política e de interação à luta maior que se desenrola por todos os lados da terra brasilis entre o bem e o mal. O Dr. Fausto Figueira não apenas ganhará uma vaga ao Legislativo municipal como, certamente, reforçará o índice  para a obtenção de outras. E, garantidas as vagas, assumirá em paz seu lugar na Assembléia ao início do período legislativo. Seus eleitores de 2006, mais o respeitarão e o compreenderão, evidenciado seu espírito de solidariedade, coesão e coerência política. Seus eleitores, ideológicos que são, entenderão que o fim é muito mais importante que os meios. 
E, ao final de todo o processo, espero poder dizer a respeito do Dr. Fausto Figueira, como o digo a respeito de Lula, parafraseando Winston Churchill em um dos vibrantes e relembrados discursos com que inflamou a seu povo para continuar a luta, quando tudo parecia perdido:   
"Se o Brasil e Santos existirem por  mil anos mais, as pessoas ainda dirão: foi o seu momento mais nobre!"
 
Albano Fonseca.
 
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